
Raiva de outra pessoa: como a auto-hipnose pode revelar a função de uma emoção
Raiva de outra pessoa: o que ela pode revelar sobre nós Gente, eu fiz uma auto-hipnose hoje que foi muito rápida, mas muito intensa. 🤩

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Quando mergulhamos no processo de autoconhecimento e auto-observação, é inevitável esbarrarmos em aspectos de nós mesmos que não gostamos. Não apenas as partes bonitas, maduras

Quando pensamos em realizar um processo terapêutico em nós mesmos, uma dificuldade aparece quase imediatamente: Como receber o processo e, ao mesmo tempo, conduzi-lo? Como

O Modelo Milton é um conjunto de padrões de linguagem hipnótica, inspirados na comunicação de Milton Erickson, que utiliza sugestões indiretas, permissivas e abertas para

Durante muito tempo, a busca pela origem do problema ocupou um lugar central dentro da hipnoterapia. Diante de um comportamento, uma emoção ou uma dificuldade

Às vezes, o problema que nos paralisa não é apenas a dor. Pode ser também a tentativa desesperada de fazê-la desaparecer. Queremos acolher, compreender, encontrar

Na auto-hipnose, presença é a capacidade de observar pensamentos, emoções, sensações e movimentos internos sem tentar controlá-los imediatamente. Hoje, durante um processo de auto-hipnose, entrei

É comum alguém dizer: “Uma parte de mim quer seguir em frente, mas outra parte não consegue.” “Eu sei o que preciso fazer, mas alguma

Hoje, um amigo muito querido me ligou e compartilhou algo que havia feito muita diferença para ele. Ele ouviu um padre falar sobre a importância

Eu não comecei a aplicar hipnose em mim com o objetivo de criar um curso ou me tornar professora. Comecei porque precisava cuidar de mim.
“A hipnose permite que você se torne um observador da sua própria mente, percebendo os mecanismos que fazem você reagir de certas formas, para então poder ajustá-los”.
Auto-hipnose não é apenas aprender a entrar em transe. É aprender a acessar, compreender e conduzir o próprio mundo interno com presença genuína, gentileza, estratégia e acolhimento, sem se perder nem se ferir no processo.
“O que compartilho nasce da experiência prática, não de uma técnica engessada. E para sentir o real efeito, você precisa se permitir vivenciar, não só compreender intelectualmente.”